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Alfabeto

Uma língua deve ser falada, lida e escrita por todo o povo. Assim, propomos que o idioma português seja simplificado e democratizado, principalmente no que se refere à sua ortografia.


Alfabeto da língua Portuguesa



Forma atual de escrita e sonorização das letras do nosso alfabeto

a A ( á )
b B ( bê )
c C ( cê )
d D (dê)
e E (é)
f F (efe)
g G ( gê ou guê)
h H (agá)
i I (i)
j J (jota)
k K (cá )
l L ( ele )
m M ( eme )
n N ( ene )
o O (ó )
p P ( pê )
q Q ( quê )
r R ( erre )
s S ( esse )
t T ( tê )
u U ( u )
v V ( vê )
x X (xis)
w W ( dáblio )
y Y ( ípsolon )
z Z ( zê )


Observações:

1) Além dessas letras, são usados também os dígrafos: rr (erre duplo), ss (esse duplo), ch (cê-agá), lh (ele-agá), nh (ene-agá), gu (guê-u) e qu (quê-u).
2) Conforme propomos, os dígrafos supracitados terão os seguintes valores fonéticos: rr (rê duplo), ss (esse duplo), ch (chê), lh (liê), nh (nhê), gu (guê) e qu (quê).
3) Os dígrafos “sc”, ”sç”, e “sx”, como não representam fonemas nem funcionam como notações léxicas, deverão ser extintos.
EXPLICATIVOS, PROPOSTAS CORRELATAS E COMENTÁRIOS

1. A letra “c” será usada sempre com o som de “k” (oclusiva velar surda), quando formar sílaba com as vogais “a”, “o” e “u”: coitado, cauda, custo, acordo, etc. Antes de “i” e “e”, será empregado, como já o é, o dígrafo “qu”: aquilo, aquele. No valor de “cê” e “ç” (fricativa alveolar surda) será sempre empregado o “s” ou o “ss” (veja explicativo número 12). Excepcionalmente, usar-se-á a letra “c” na formação do dígrafo “ch” (fricativa palatal surda), com o valor fonético de origem. A letra Ç (cedilhado) será extinta, permanecendo tão somente nos nomes próprios ou em marcas registradas anteriormente.

2. A letra “f” passará a ser denominada de “fê”, como é pronunciada em suas formações de sílabas: feito, fizeste, foi, cafeicultura, confiscar, fatia, fizemos, afastar, etc.

3. A letra “g” será denominada tão somente de “guê” (oclusiva velar sonora), como já é nos empregos antes de “a”, “o” e “u”: agora, garra, degustar. Antes de “e” e “i”, para se manter a tradição, será usado o dígrafo “gu”: guitarra, guerra, aguerrido, etc.

4. A letra “h”, que não é propriamente uma consoante, mas um símbolo, não deverá mais ser empregada, a não ser na formação dos dígrafos “nh”, “lh” e “ch” (amanhã, trabalho, achado): homem = omem, humildade = umildade, harpa = arpa, etc. Note como certas palavras, anteriormente escritas com “h”, hoje não possuem mais essa letra: eixo, êxito, ombro, ontem úmido, espanhol, erva.

5. A letra “j” chamar-se-á “jê” (palatal fricativa sonora) e será empregada em todas as palavras onde já está consagrada: jatobá, jibóia, acarajé, berinjela, cafajeste, cerejeira, jibóia, pajé, sarjeta, lojista, canjica, etc. Passará também a ser usada sempre, no lugar de “g”, antes de “e” e “i”: coragem = corajem, eleger = elejer, fugir = fujir, álgebra = aljebra, faringe = farinje, sugerir = sujerir, tigela = tijela, girafa = jirafa, megera = mejera, etc.

6. As letras “k”, “w” e “’y”, agora integradas ao alfabeto português, serão usadas em casos especiais, mormente em palavras estrangeiras e abreviaturas: km, watts, Nova York, etc.

7. A letra “l” (ele) passará a ter a pronúncia de “lê”. É uma letra polivalente, sendo empregada no início de palavras (lindo), no início de sílabas (enlevar), no interior de sílabas (clava), no final de sílabas (culto) e no final de palavras (pontal).

8. A letra “m”, polivalente, terá sua denominação alterada de “eme” para “mê”. É empregada no início de palavras (menor), no início de sílabas (remo), no final de sílabas, antes de “p” e “b” (amparo, embora) e no final de palavras (concorrem, cursaram).

9. A letra “n”, polivalente, é usada no início de palavras (navio), no início de sílabas (anedota), no final de sílabas (tanto), na formação do dígrafo “nh” (conheço). Nos finais de palavras, perderá seu emprego para a letra “m” (pólen = polem), etc.

10. A letra “q” será usada somente na formação do dígrafo “qu”, quando precedida de “e” e “i” (aquele, quilombo, quiosque, quero), etc.

11. A letra “r”, hoje chamada “erre”, passará a ser denominada de “rê”. É polivalente Por isso, empregada na formação de diversos fonemas. No início de palavras, com o som forte (rindo, roupa), no início de sílabas (Arábia, Araribá, carimbo), no interior de sílabas (cru, crase), no final de sílabas (acordo, cargo), no final de palavras (acordar, marcar, preferir). Tem também o som forte, quando dobrada (carro, corrida) e também depois de consoantes (bilro, honra).

12. É a letra “s” a mais polivalente das letras do alfabeto. É empregada no início de palavras (sistema, sendo), no início de sílabas (contensão, ensejo) e nos finais de sílabas e palavras (sistema, costura, poste, lápis, prédios, através). Nas formações de sílabas, ocupará, sozinha ou dobrada, sempre os lugares do “c” e do “ç” (cidra = sidra, dança = dansa, intenção = intensão, acesso = assesso, cócegas = cóssegas, cansaço = cansasso). O “s” duplo (ss) será usado sempre entre duas vogais. Os dígrafos “sc” e “sç” (ascender, desça, florescer, recrudescer, renascer, ascender, nascença, etc), que já tendem a desaparecer, não mais existirão (ascender = assender, desça = dessa, florescer = floresser, etc). A letra “s” não mais será empregada com o som de “z”, sendo substituída por esta letra todas as vezes que for pronunciado esse som (basílica = bazílica, gasolina = gazolina, revesar = revezar, despesa = despeza, surpresa = surpreza, tesoura = tezoura, vaso = vazo, besouro = bezouro, empresa = empreza, etc).

13. Nos finais de palavras, contudo, ao invés de “z”, só se usará a letra “s” (acidez = acidês, polidez = polidês, surdez = surdês, escassez = escassês, estupidez = estupidês, arroz = arrôs, cartaz = cartás, surdez = surdês ). Já são escritas com a letra “s” final: camponês, marquês, japonês, francês, descortês, rês, gás, cós, jus, pôs, pus, quis, etc.

14. A letra “x” (xis) sofrerá profundas alterações no tocante à sua fonética. Passará a ter o nome de “cs” e só será usada, quando assim pronunciada (anexo, oxigênio, sexo, perplexo, fluxo, amplexo, fixar, maxilar, nexo, reflexo, sexagenário, tóxico, etc) Nos demais casos, será substituída pelas grafias que se pronunciam:
A) som de “ch”: xerife = cherife, faixa = faicha, lixa = licha, ameixa = ameicha, caxumba = cachumba, coxo = cocho, enxada = enchada, laxante = lachante, xarope = charope, xícara = chícara, xará = chará, enfaixar = enfaichar, etc;
B) som de “z”: exame = ezame, êxodo = êzodo, exato = ezato, execução = ezecução, exilar = ezilar, exagero = ezagero, exonerar = ezonerar, exotérico = ezotérico, etc;
C) som de “ss”: próximo = próssimo, máximo = mássimo, auxílio = aussílio, sintaxe = sintasse, etc;
D) som de “s”: texto = testo, expectativa = espectativa, extensão = estensão, explicar = esplicar, extremo = estremo, expoente = espoente, experiente = esperiente, etc;
E) Estando já para entrar em desuso, o dígrafo “sx” desaparecerá, quando for empregado sem valor fonético: excitar = ecitar = essitar, exceto = eceto = esseto, excessivo = ecessivo = essessivo, exceder = eceder = esseder, etc.

Observações:
1) Deixamos de considerar o som de GZ nalgumas palavras formadas pelo prefixo grego (hexacampeão) por seu inexpressivo valor numérico.
2) Por tradição, deverá a letra X ser usada com o som de xis, quando se referir a incógnitas, quantidades indeterminadas, etc (exemplo: Isso é o x da questão é).

15.A letra “z” será usada sempre que for pronunciada (casa = caza, blusa = bluza, duquesa, duqueza, gasômetro = gazômetro, pêsames = pêzames, visar = vizar, blusão = bluzão). Nos finais de palavras, como já comentamos, será substituída por “s” (acidez=acidês, embriaguez=embriaguês, altivez = altivês, feroz = ferós, eficaz = eficás, giz = gis, matriz = matris, nariz = naris, raiz = raís, surdez = surdês, veloz = velós, juiz = juís, nudez = nudês, capuz = capus, faz = fás).
Observação: Estabelecendo a predominância fonética e a sistematização, como se nota, relegamos o valor da etimologia. Nenhuma simplificação ou modernização lingüística poderá haver se não forem retirados os entraves etimológicos.
(Fonte - http://www.alfabetosemamarras.org/)

domingo, 13 de junho de 2010

As pessoas sem imaginação podem ter tido as mais emprevistas aventuras, podem ter visitados as terras mais estranhas nada lhes ficou, nada lhes sobrou, uma vida não basta apenas ser vividas, também precisa ser sonhada.
(" Mário Quintana")

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